quarta-feira, 23 de março de 2016

falta de vontade politica ou retalhação?



                                  

Antes de mais nada, quero aqui deixar claro que, as opiniões expressadas neste texto não tem nenhum cunho político partidário, politicagem, ou influência de quem quer que seja, quero deixar claro também, que, não tenho compromisso político partidário com ninguém nem tão pouco rabo preso com qualquer figura política seja da situação ou oposição, o que penso, falo ou escrevo é meramente opinião própria e de minha inteira responsabilidade. Quem disponibilizou um pouco do seu tempo para ler essas humildes linhas, deve começar imaginando onde quero chegar com esse papo, pois bem, é de conhecimento de todos que, assim como muitos cidadãos ligados ao meio rural, fui defensor e parceiro do governo Evilasio e reconheço os avanços alcançados por este governo no município, quando presidi a Associação de Agricultores turismo e cultura de Serra dos Bois conseguimos várias ações que mudaram a cara da comunidade e o alto estima do nosso povo, exemplos como nossa praça, o parque infantil, a reformulação e reforço da rede elétrica, a realização da missa e festa do vaqueiro, entre outros, foram parcerias que deram resultados satisfatórios, Mas, apesar de reconhecer esses avanços, não posso me acovardar e ficar alheio aos fatos que tenho presenciado, até porque, mesmo quando era bem recebido pelo prefeito e seu super-secretário sempre critiquei e dei sugestões para que os gargalos encontrados no município e sob tudo na zona rural pudessem ser sanados com eficiência. Apesar de ter motivos bem maiores para criticar, como por exemplo compromissos assumidos e não cumpridos pelo gestor com a comunidade e com a associação, vou me ater ao que mais está incomodando não só nossa comunidade, mas, toda zona rural do cariri Norte Taquaritinguense, minha crítica e indignação é muito simples, é do conhecimento de todos, que a prefeitura não contava com equipamentos e por esse motivo até ponderávamos, o que não consigo entender, é que o governo federal equipou as prefeituras de todo país com maquinas e equipamentos em torno de dez unidades, Taquaritinga também recebeu esses equipamentos e entre eles duas maquinas moto niveladoras, a conhecida patról, com recursos do MDA ministério do desenvolvimento agrário, uma delas, através de emenda parlamentar do deputado Bruno Araújo, o que acho lamentável e inaceitável é que mesmo com essas duas maquinas as estradas de serra dos bois fazem mais de três anos que foram concertadas, “motivo pelo qual, em conversas com pessoas da comunidade, estamos decididos a contratar uma máquina patrol particular” para pelo menos passar a lamina na estrada já que em alguns pontos é preciso colocar piçarra e apesar da prefeitura ter os equipamentos isso não foi feito até hoje, ou por falta de vontade, ou por falta de planejamento, ou por incompetência, ou as três alternativas mesmo!..


As opiniões e comentários contidos nessa postagem, são de responsabilidade do autor.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Convite

        
Atenção Serra dos bois e região, neste domingo dia 13 de Dezembro, o advogado doutor Antônio Martins de Farias estará ministrando palestra na sede da associação dos agricultores a partir das 14 horas, abordando a constituição brasileira e os direitos humanos, todos estão convidados para esse momento de muito aprendizado, e a convite do presidente Adão Aragão, quem também estará presente será o secretário de agricultura Julio Cezar, que na oportunidade,  apresentará  alguns slides com informações sobre a convivência com a seca no semiárido, não percam.  

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Convite



                                            

Convidamos todos os moradores de Serra dos Bois e região, no domingo dia 08/11/2015 uma palestra com o Dr. Antônio Martins de Farias, a partir das 15 horas, na sede da associação de agricultores de serra dos Bois, que abordará um estudo dos direitos humanos e fundamentais inseridos na constituição de 1988. Participem  a informação é direito de todos.

Serra dos Bois, 28 de Outubro 2015:
Antecipadamente, Geraldo filho.

   

domingo, 27 de setembro de 2015

Um homem a frente do seu tempo

                                          

O secretário de agricultura do município de Taquaritinga do Norte Júlio Cezar Pontes, vem se destacando no agreste de Pernambuco como um dos secretários mais atuantes do estado, prova disso, foi o reconhecimento da FETAPE federação dos trabalhadores na agricultura do estado de Pernambuco, que realizou recentemente, um evento de capacitação no município e na oportunidade, os diretores enalteceram o excelente trabalho realizado pelo secretário. Firmando parcerias, orientando e organizando os agricultores, Júlio Cezar vem fazendo a diferença na forma de gerenciar a secretaria resgatando o autoestima dos agricultores, fazendo parceria e cumprindo com os compromissos assumidos. Esse é o caminho, ouvir o povo e trabalhar com foco nas prioridades identificando os pontos fortes e fracos, as ameaças e oportunidades. Trabalhar com planejamento e boa vontade sempre foi a marca de Júlio Cezar, pontuou o agricultor Geraldinho, ex-presidente da associação dos agricultores da comunidade de Serra dos Bois.  

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

A Colonização da Nossa Região – Serra dos Bois e adjacências.



                          

Os habitantes nativos da nossa região pertenciam ao Grupo Linguístico Cariri, comunidades de índios (os índios Carniió). Cultivava mandioca, milho, feijão, algodão e praticavam a caça e pesca, a terra era a razão de existência dessas comunidades.
A colonização em nossa região começou no século XVII com os Bandeirantes para constituição das fazendas de gado, que exterminaram as Nações Indígenas. Assim as terras foram ocupadas pelos europeus estabelecendo as fazendas que destinavam-se à criação de gado bovino, equino, caprino, ovino, burros, jumentos e plantio de algodão, milho, feijão, jerimum e melancia.
Com o cruzamento de brancos e índios surgiram os caboclos, que se tornaram os vaqueiros, que pela sua bravura e veste de couro consegue dominar o gado, o solo pedregoso e a vegetação espinhosa da região.
Para Moreira, (1997) o boi que originalmente havia se fixado nas terras litorâneas, apoiando as atividades do engenho, vai sendo levado para o interior sempre seguindo o curso dos rios, formando os chamados caminhos do gado, originando os currais, as feiras de gado e em consequência, o aparecimento dos povoados e vilas que foram tornando-se cidades.

“A importância do gado nessa região foi tão grande que se fala até mesmo em uma civilização do couro. Além de fonte de renda monetária e de meio de subsistência alimentar (
carne/leite), o gado fornecia matéria-prima (couro) para uma série de bens utilizados pelo
sertanejo: vestuário, calçado, arreio e utensílios domésticos os mais variados (bancos, camas,
portas, etc.).” (Ibid., 1997, p. 73).

Os fazendeiros e vaqueiros, desta época, tiveram que enfrentar vários obstáculos, escassez da água, vegetação espinhosa, cobras venenosas, morcegos vampiros e as flechas certeiras dos índios.
“A vida isolada e solitária das fazendas, com pouca mão de obra e grandes áreas de pastoreio, foi um dos principais elementos para composição de uma sociedade semi-fechada e rústica, onde o trabalho tomava conta dos dias. Ferrar os bezerros, curar as bicheiras dos animais doentes, matar onças e cobras, abrir bebedouros e conduzir os rebanhos pelas caatingas foram forjando o homem sertanejo, numa mistura de nativos e colonos do além mar. Distantes do litoral, vão sendo absorvidos pelo lugar e criando novos valores culturais, embebidos de mitos e imaginação, mistura do religioso com o supersticioso. Assim, dos beatos ao malassombro das casas abandonadas, vão surgindo os curadores de bicheiras, as rezadeiras e muitas histórias propagadas pela literatura de cordel, também rústica, tanto na arte gráfica, quanto no rebuscar do português falado na região. Um misto da língua bugre (indígena) com o português não acadêmico que muitos colonizadores portugueses falavam. Um homem circundado por uma natureza mística, assumindo naturais superstições que são típicas de uma ingênua filosofia”. (Belarmino, 1999).

Por: Renato Lucena

Professor.

domingo, 16 de agosto de 2015

Memórias

Cangaceiro Antônio Silvino, setenta e um anos de sua morte em 28 de Julho de 1944.
Manoel Baptista de Moraes era seu nome verdadeiro. Adotando o cangaço como modo de vida, a fim de vingar o assassinato de seu pai, o pacato sertanejo tornou-se “Antônio Silvino”, o mais famoso cangaceiro antes do aparecimento de Lampião. Sua vida errante começa em fins de 1899 e se estende até a sua prisão, em novembro de 1914.

Memórias da nossa terra





Banda-Musical-D.-Luiz-de-Brito-em-1992,-no-povoado-de-Serra-dos-Bois,-Taquaritinga


Banda-Musical-D.-Luiz-de-Brito-em-1992,-no-povoado-de-Serra-dos-Bois,-Taquaritinga