quinta-feira, 21 de abril de 2011

Pascoa tempo de reflexção

Psiu...Mensagem - Foto

Você mesmo, que está aí olhando...

Que tal uma paradinha para refletir... e refletir sobre você ...

Pensar em tudo de bom que existe aí dentro desse coração!
Saiba que você é uma pessoa maravilhosa, capaz de fazer muita coisa boa, útil e expressiva,
e que no seu coração estão guardadas coragem e confianças suficientes para realizar seus desejos.
Mas não se esqueça, de buscar em cada minuto de seus dias, motivos de alegria e esperança,
não se importando com as situações adversas que aparecem.
Você deve escolher ser feliz e tornar isso possível, com pensamentos positivos,
não perdendo nunca o entusiasmo pela vida e pelo amor, mas principalmente,
tendo a certeza de que Deus sempre abençoa quem ama e quem faz da vida um prazer.
Um dia maravilhoso com muita Paz para você!  São os votos da diretoria da AASB a todos sócios, amigos, e colaboradores.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

é tempo de plantio

Os agricultores de Serra dos bois  estão otimistas com a chegada das chuvas na região que vem caindo aos poucos, o que se ver é agricultores alegres preparando suas terras para o plantio, é só você da uma volta em alguns pontos da comunidade que encontra plantações e agricultores satisfeitos com o período chuvoso, alguns acham um pouco tarde para o plantio, mais acreditam que se as chuvas continuarem ainda á tempo para  obter bons lucros.
Plantação de milho

terça-feira, 12 de abril de 2011

momentos que não sairão da nossa memória

Os dias 16 e 17 de outubro de 2010 foram marcados por muitas lembranças e sorrisos...
Entre amigos comemoramos o dom da vida, e a felicidade de termos amigos que compartilham conosco momentos bons e que estiveram conosco também nos momentos que precisamos de uma mão amiga.
A felicidade é um dom para quem sabe lapidá-lo...
Momentos que ficarão em nossa memória como marco de vida e amizades...
Serra dos bois minha amada terra:

Arvores da caatinga

A barriguda é conhecida por paineira,
 isso se deve ao fato de seus frutos quando secos liberarem a paina, que antigamente usava-se muito para encher travesseiro. Árvore típica do Brasil, muito encontrada na Caatinga, sendo bastante resistente a seca já que guarda água em seu interior. Possui um caule gordo (daí o nome Barriguda) podendo chegar a 1 metro de diâmetro, nele há uma incidência enormes de espinhos. A madeira é mole, leve e de pouca durabilidade. Suas flores são brancas ou róseas. O fruto aparenta a um mamão verde, porém, ao contrario do mamoeiro esses ficam pendurados nas galhas feitos pinhas e não no caule. As sementes enquanto dentro dos frutos estão envoltas a paina que ao serem levadas pelo vento, quando os frutos rompem, acaba ajudando na dispersão. Ela pode chegar, quando adulta, a 10 a 15 metros de altura. Possui copa larga e muito ramificada. No inverno perde toda a folhagem e ganha às flores.
Classificação científica:
Nome Científico: Chorisia glaziovii.
Reino: Plantas.
Divisão: Angiosperma.
Família: Bombacaceae.
Habitat: Nordeste brasileiro,
Serra dos bois, minha amada terra: 

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Outro gravatá

Pé de gravatá


Todo morador de Serra dos Bois é parente, mesmo que distante, da família de Mateus de Farias Castro, fundador do sítio Gravatá Mó, que fica no município de São João do Cariri, na nossa querida Paraíba.
Lá fixou residência o patriarca, que foi supostamente nasceu dia 23/03/1837, cujo registro de seu batizado consta como tendo sido no dia 28/03/1837, com seis dias. Não sei mais nada a respeito dele. É pena, pois nossos ancestrais nunca devem ser esquecidos.
A ramificação “Castro” nos leva a Serra dos Bois por conta da família de Aleixo Joaquim e de Pedro Lino. Além de que minha vó, tia Otília, foi casada com Ananias Idelfonso de Queiroz, filho de Mateus de Farias Castro. Otília e Ananias tiveram os seguintes filhos: Hermes, Manoel, Lindolfo, Lieta, José Ananias e Antonio Ananias. Todos foram criados e construíram família em Serra dos Bois; só tio Antonio Ananias fixou residência na cidade do Rio de Janeiro. Este nos deu todo apoio aqui na cidade maravilhosa. Antonio Ananias teve em toda sua vida três paixões: Tia Mercês, Joel e o Flamengo, além de um coração que abraçou todos que lhe procuraram.
Ir de Serra dos Bois ao sítio Gravatá Mó é para mim, guardada as devidas proporções, uma espécie do caminho de Santiago de Compostela, na Espanha. Saiamos bem cedo de Serra dos Bois, entravamos pela estrada da Barra de São Miguel; passávamos pela fazenda de seu Agnelo Pedrosa; Abílio Pedrosa; até a estrada que ia em direção à Cachoeira, local da fazenda de seu Ismael Maon. Lá, por volta de meio dia, éramos recebidos na casa de Neném de Jota. Comia-se um bom feijão e, à tarde, depois de quebrar o sol, seguíamos em direção à vila de São Domingos. Atravessávamos o Rio Paraíba e pernoitávamos na casa de seu Ananias Marcos, sogro de Aleixo Joaquim.
Quando amanhecia o dia nos dirigíamos ao sítio Gravatá Mó. Chegava-se lá por volta de nove horas. O belo desse sítio é o povo. Todos são maravilhosos. A família Costa, Antonio Mateus, tio Laurindo, Nazinha e Nestor Farias.
No sítio Gravata Mó, fica também nossa origem, a lembrança de nossos ancestrais e o Roçado do Couro, da Pedra do Couro.Só sinto uma pequena mágoa: Hermes nunca levou meu padrinho Geraldo Francisco Barbosa ao outro gravatá.
Por:Atonio Martins

sábado, 9 de abril de 2011

Uma de nossas relíqueas

o_pilao_de_mamae
Na térra que fui criado existiam muitas coisas que não sairão jamais da minha lembrança, muitas dessas coisas já foram devastadas pela a ação do tempo e do abandono, e outras são paisagens de quando eu era criança e a ação humana ou digamos desumana, destruiu tudo como, por exemplo, árvores seculares derrubadas brutalmente a golpes de machado para transformar-se em carvão ou serem incineradas em fornos de olarias ou padarias visando apenas o retorno financeiro sem se importarem com a questão do meio ambiente e nem o valor histórico dessas árvores.
Mas entre as relíquias desse passado ainda existe um velho pilão daquele com cintura fina sextavada e com duas bocas feitas artesanalmente, esculpido em miolo maciço de baraúna.
O citado pilão que passou muito tempo em completo abandono exposto ao sol e a chuva o que o deixou um pouco corroído.
Foi doado a minha mãe que cuida dele com muita responsabilidade e senso de preservação, como cuida também de outras peças antigas e históricas que foram pertencentes aos nossos antepassados.
O pilão personagem dessa historia imagino que deve ter aproximadamente duzentos anos, pois já era um velho pilão quando minha mãe o adotou e era pertencente aos pais dos meus avós portanto dá pra calcular sem exagero que ele realmente seja bicentenário.
Nele vi mamãe trabalhar muito pilando café torrado ou mesmo despolpando o café ainda bruto, ou pilando milho pra fazer xerém ou mungunzá ou farinha de milho ou castanha, mas vencida pela idade que lhe tiraram as forças e pela modernidade de já se encontrar o café torrado e moído nas mercearias da época ela deixou de lado o velho pilão.
Serra dos bois minha amada térra:

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A cultura de um povo

   

Em Serra dos Bois só existe uma família. A prova é a foto dos dez filhos de tia Francisca e de seu Amaro França postada no Blog. Esta família é linda! Falar dafamília França é falar de nós mesmos. Tia Francisca era irmão de minha vó, Luiz França era meu padrinho de Crisma. Quando nasci, e mamãe esteve doente, fui criado uns meses por Maria França. Na casa de tia Neném o papagaio chama: “Antonio, vem comer o angu”! Na casa de mãe Zita tinha outro papagaio que gritava: “chiqueiro, chiqueiro”! E as cabras bobas acreditavam e iam para o curral.
Em Serra dos Bois todo mundo comia no mesmo horário: às seis horas, pela manhã, se tomava uma xícara de café, às nove horas comia-se angu com leite de cabra, ao meio dia feijão com farinha e um pouco de carne. E à noite repetia-se o angu com leite. Só não era muito gostoso quando se tirava o leite das cabras à tarde, pois quando elas voltavam da Serra Lavrada, o leite cheirava e tinha gosto e o cheiro de alecrim do mato.
Na casa de Arnóbio, por influência da Pedra Preta ou de Gravatá,  tomava-se uma xícara de café pela manha; comia-se fava com farinha e carne ao meio dia e, à noite,repetia-se o angu com leite.
Somos a mesma família, pois até na maneira de se alimentar somos iguais porque o modo de comer e de fazer a comida é uma das mais importantes elos culturais de nossos ancestrais.
Por:Antonio Martins